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Escrito por Redação Crescer - 11/04/2008 |
Salões, livros, autores, leitura à beça! Em 21 de maio começa o 10° Salão da Fundação do Livro Infanto-Juvenil de Livros para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro. Eu vou dar mais detalhes depois, mas o lembrete é para ficarmos antenados com as novidades e com esse movimento à leitura que é concentrado por lá.
Em agosto, temos mais, e em São Paulo: a Bienal do Livro já promete para este ano 11 mil metros quadrados apenas dedicado à literatura infantil!
Maravilha, preparem-se!
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 15/04/2008 |
Emília em festa!

Sexta-feira, dia 18 de abril, é dia de comemorar a leitura. Por ser o dia do nascimento de Monteiro Lobato, é também o Dia Nacional do Livro Infantil.
Em São Paulo, a Secretaria Municipal de Cultura programou diversas atividades na Biblioteca Municipal Monteiro Lobato a partir de amanhã. Tem contação de histórias, filmes, debates, exposição, e até oficinas de bonecos. Tudo isso, claro para homenagear o autor que mudou o rumo da literatura para crianças no Brasil. Mas o mais importante, é o nosso recado de sempre: incentivar a leitura, por outros meios pois, afinal, ler é divertido, sim.
Várias outras livrarias e bibliotecas vão aproveitar a semana para eventos. Procurem uma perto da sua casa ou, se não puderem, que tal uma festinha particular em casa, com o seu filhos e os livros de vocês?
Confira a programação na Biblioteca: Dia 16 14h30 - Contação de Histórias O menino Juca, com Maria Haila de Oliveira 19h - Filme: O furacão na Botocúndia (documentário) Debate com o autor do livro homônimo, Wladimir Sacchetta
Dia 17 10h e 14h - Contação de Histórias Como pegar um Saci, com Maria Cecília Graner
Dia 18 14h - Contação de Histórias Lobato e o Saci, com Maria Aparecida Penin e Aderaldo Maia 18h - Abertura da exposição Representações gráficas do Saci na obra de Monteiro Lobato. Em parceria com a ONG Ação Educativa Lançamento do livro Juca e Joyce, de Márcia Camargos (Editora Moderna), com depoimentos de Joyce Campos Kornbluh, neta de Monteiro Lobato. Apresentação do Quarteto Pererê (grupo de música instrumental)
Dia 19 10h - Contação de Histórias Lobato e o Saci, com Maria Aparecida Penin e Aderaldo Maia 14h - Filme: O Saci, de Rodolfo Nanni 15h30 - Espetáculo de dança Montestória, com o Núcleo Omstrab, inspirado na obra de Monteiro Lobato.
Dia 20 10h - Contação de Histórias O menino Juca, com Maria Haila de Oliveira 14h - Oficina Bonecos de Lobato Coordenação de Alberto Lima e Ana Rita Correia, da Duplo Sentidos Prod. Art. Vagas: 40, para pessoas de todas as idades Inscrições até 19/4 pelo telefone 3256-4122. Biblioteca Monteiro Lobato. Rua General Jardim, 485, Vila Buarque. Telefone: 3256-4122. Grátis
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 16/04/2008 |
O desenho que levou a Quintana

Estava conversando esta semana com a ilustradora Suppa e ela me contou uma história muito bacana. Disse que, por causa do Lili Inventa o Mundo, da Editora Global e com poesias de Mário Quintana, ela foi visitar uma escola. Chegando lá, quem foi surpreendida foi ela: as crianças tinham feito reproduções dos desenhos dela no livro e tudo estava pendurado na parede. “É uma emoção ver nelas aquela coisa que a gente causa, aquele ‘ah, foi você que desenhou...’...”. Este contato com as crianças pode trazer muita história, para os dois lados.
Aqui a gente vive falando da importância do ilustrador no livro infantil. E não é dizer o que já foi dito. Tem muita gente que ainda não valoriza. Deve ser do nosso costume de dizer expressões como “ah, isso é mera ilustração”. Na literatura infantil, ilustração conta muito. Às vezes até se sobressai ao texto. E tudo bem. É uma obra em conjunto.
No caso deste, Suppa ainda se animou com outra conseqüência: os desenhos dela atraíram os olhos das crianças para o poeta Quintana. Bela contribuição na vida destes leitores.
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 17/04/2008 |
Temas difíceis, livros realmente úteis
Qualquer um de vocês que tenha entrado em livrarias nos últimos tempos sabe que há dezenas de edições de livros de auto-ajuda para crianças. Sim, aqueles livros em que colocam a situação tão real para a criança que mais parece um dedo no nariz dela, ou um afago de adulto que mais joga o problema e não dá suporte algum. Pois a poesia e a literatura está aí para isso: fala dos temas que não achamos as palavras para conversar, tocam nos nossos corações, fazem a gente pensar e rendem boas conversas, sensíveis conversas.
Felizmente as editoras também colocam delicadezas nas prateleiras. Como o livro O Zelador dos Sonhos (Ed. DCL), de Regina Gulla e ilustrações de Ionit Zilberman. O tema do livro é separação. Mas a poesia permite a história que a abordagem toque o leitor de uma outra forma: o zelador cuida do sono do menino, que poderia ter tudo para, após a separação dos pais, não ter sonhos tão bons.
E sempre atentem que estes livros não “servem” apenas para os leitores envolvidos no problema. Literatura e poesia não só nos ensina sobre nós mesmos. Mas podem também nos ajudar a explicar – e a provocar, por que não? – o que é compaixão.
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 18/04/2008 |
Parabéns, literatura para crianças!
Não, não enlouqueci. É que hoje é dia do aniversário do Monteiro Lobato, por isso, Dia Nacional do Livro Infantil e há vários eventos acontecendo para comemorar a data, claro. Além do que eu já contei aqui do evento na Biblioteca Monteiro Lobato, em São Paulo também a Fundação Editora da Unesp e a Livraria Unesp, com o apoio da Editora Globo (que vem relançando toda a obra dele desde setembro do ano passado), começa hoje atividades até dia 30 de abril.

O evento acontece na Livraria Unesp, na Praça da Sé 108, no mesmo local em que Lobato instalou sua própria editora, nos anos 20. Na abertura, dia 18, às 10h, alunos da 4ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental Sérgio Millet visitam o local e participam de oficina de bonecos com personagens criados pelo escritor. No evento, também homenagem à família Lobato e o início de uma exposição de fotos e painéis. Uma peculiaridade: a Livraria Unesp está localizada no mesmo local onde o escritor fundou sua editora, nos anos 20.
 A Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, também faz festa: em parceria com a Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. O evento vai debater a importância da leitura e de Lobato. As palestras gratuitas serão ministradas por importantes nomes da literatura infanto-juvenil. Ana Maria Machado falará sobre “Literatura infantil e juvenil: uma herança de Lobato”; o jornalista e escritor J. Roberto Whitaker Penteado irá debater a pergunta “O que seria de nós sem Lobato?”; e Marisa Lajolo, professora e escritora, autora da biografia “Monteiro Lobato, um brasileiro sob medida”, explorará o tema “Monteiro Lobato escritor de cartas”. Na mesma ocasião será realizada uma exposição sobre o autor e a exibição do DVD “Furacão da Botocúndia”, de Márcia Camargo, Carmem Lúcia de Azevedo e Vladimir Sacchetta.
Academia Brasileira de Letras (ABL) 18 de abril – Das 10h às 17h. Avenida Presidente Wilson 203 - Castelo Entrada Gratuita Mais informações: Tel.: (21) 2262-9130 seminário@fnlij.org.br Detalhes da programação: 10h: Abertura 10h30: Literatura Infantil e Juvenil: Uma herança de Lobato Com Ana Maria Machado 11h30: Intervalo 13h: O que seria de nós sem Lobato? J. Roberto Whitaker Penteado – jornalista e escritor 14h: Monteiro Lobato: Escritor de cartas Marisa Lajolo – escritora e professora da UNICAMP e da Universidade Presbiteriana Makenzie 15h: Intervalo 16h: Apresentação do monólogo “Livro”, de Lygia Bojunga, encenado pela própria autora E ainda: Exposição sobre a obra infantil de Monteiro Lobato e exibição do DVD Furacão de Botocúndia
Bem, cada um pode comemorar do seu jeito, né? Que tal abrir um livro, rememorar os personagens mais importantes de nossa literatura para crianças? Ah, que tal continuar isso e seguir para outros personagens, escritores, ilustradores que vieram depois de Lobato, influenciados por ele?
Sentem com as crianças, abram uma roda, abram vários livros, leiam e contem histórias, deleitem-se!
Bom dia!
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 18/04/2008 |
A Sua opinião com S maiúsculo mesmo! Agora você pode comentar os livros que temos nas resenhas do nosso Livros Pra Uma Cuca Bacana!!
Se tiverem lido, compartilhem!
Dêem uma olhada! Presente de dia nacional do livro infantil!
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 21/04/2008 |
Os maravilhosos pop-ups

A cada livro-brinquedo que chega aqui, principalmente os com po-ups (que algo salta do livro em dobraduras incríveis), a redação pára e se delicia com as descobertas a cada página. A editora da CRESCER Mônica Brandão, mãe de Isabella, de 3 anos, e o editor de arte da revista, Renato Luiz, pai de Gustavo, de 4 anos, sempre conversar comigo sobre um quase-dilema: deixar a criança acabar rasgando o livro e interagir com ele, ou guardá-lo para depois? Isabella encara mesmo como um brinquedo: no Os Três Porquinhos, que a Companhia das Letras lançou aqui em 2006, Isabella coloca bonecas e outras coisas de casinha dentro de uma das dobraduras. Mas Mônica, sempre cuida bem de pertinho. Renato concorda: ele já deixou Gustavo mexer à vontade e ele acabou estragando uma das dobraduras. Apegos à parte, estaria tudo bem, não fosse o menino ter ficado chateado tempos depois. “Precisa cuidar, né, papai?”.
Qual será a melhor forma? Livro usado é livro lido!!!
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 22/04/2008 |
Ainda os livros pop-ups!
Faço questão de destacar aqui o comentário da escritora May Shuravel sobre o post de ontem, sobre como cuidar dos livros pop-ups e a dúvida de deixar as crianças às vezes rasgarem um pouquinho, mas tocarem os livros. Ele acrescenta um olhar ao dilema e só sustenta a questão do livro como um objeto que pode falar com o corpo inteiro.
"Ah, o encanto dos pop-ups...e são justamente os mais novinhos que enlouquecem com essa mágica de papel, não seria nem justo deixá-los para depois. Acho que a Mônica está certíssima, bom mesmo é "cuidar bem de pertinho", dos livros, dos filhos,do momento tão bacana que é esse do encontro das crianças com o mundo da literatura.No caso específico dos pop-ups,tão delicados, há mais um benefício nesse manuseio compartilhado: é bom (e nem tão difícil) aprender a lidar com delicadezas,entender que coisas frágeis necessitam de um cuidado especial, e crianças gostam de adquirir novas habilidades, não?"
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 23/04/2008 |
Parlendas de sempre e que nunca cansam
"Um homem bateu em minha porta e eu abri..."
Outro dia estava com minhas amigas Julia, de 11 anos, e Bia, de 9, e elas engataram um pular corda que, claro, as parlendas não ficaram de lado. E que delícia ouvir tudo aquilo de novo. Coisa que aprendi com minha mãe e que minha irmã Denise também adora lembrar. Ela sempre me diz: “Cheiro de corda me faz lembrar a infância”.
Há uma série de livros muito bacanas que têm listas de trava-línguas, cantigas, parlendas. E é ótima chance de relembrar ou ensinar para criança: é nossa cultura popular.
Para crianças, Ricardo Azevedo resgata isso como ninguém, em diversos livros.
 Mas, outro dia, para confirmar como se escreve o “adoletá”, recorri à série Na Panela do Mingau, organizado por Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona e ilustrado por Marcelo Cipis, e publicado pela Editora Moderna.
Um viva à memória.
(Cristiane Rogerio) |
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Escrito por Redação Crescer - 25/04/2008 |
Livro no teatro!
Há uma tática bem da prazerosa muito boa para incentivar a leitura, atrair a criança para uma história: levá-la para uma peça teatral adaptada de um livro.
Aqui em São Paulo, um grupo teatral está encenando Abaixo das Canelas, da mestra – e sempre divertida - Eva Furnari. O Ler Pra Crescer conversou com o diretor da adaptação, o também contador de histórias Giuliano Tierno, sobre a peça, sobre Eva Furnari, sobre leitura e sobre teatro.
Ler Pra Crescer: Sobre o que fala Abaixo das Canelas? Giuliano Tierno: A cidade de Poscovônia tem um hábito muito estranho, ninguém pode mostrar os pés, é proibido andar descalço e até usar chinelo. A palavra pé não pode ser pronunciada sem causar constrangimento. Os moradores têm tanta vergonha dessa parte do corpo que criaram outro nome para chamá-la: pedúnculos. Usando apenas botas e sapatos fechados, os pedúnculos são contaminados por bactérias que causa mau cheiro e coceira. Mesmo depois de descoberta a solução para o incômodo, que é simplesmente retirar os sapatos, os moradores sentem-se tão envergonhados, que preferem continuar sem mostrar os pés e adotam o banho como solução do problema. Diante da crise, professor Fausto é obrigado a dar aula de educação de higiene pessoal aos seus alunos. Durante uma dessas aulas, a pergunta de uma criança desperta a curiosidade da professora: por que os poscovônios sentem tanta vergonha de mostrar os pedúnculos? A partir daí, ele resolve buscar o significado para esse hábito. O que pode acontecer, quando eles descobrirem que nem sempre foi assim? LPC: Eva é sempre divertida e as crianças adoram. O que você mais gosta nos textos dela? Por que decidiram por este texto? GT: Eu acho incrível nos textos da Eva a liberdade que ela tem em devanear como a criança. A Eva entende o universo infantil. Ela faz de uma imagem a porta para uma outra ainda mais profunda, além do que, as suas ilustrações são fundamentais para que aja uma ruptura com a estereotipia em que são lançadas as crianças em meio ao bombardeio consumista. Decidimos fazer do livro um espetáculo por entender uma proximidade com os temas de investigação da nossa companhia. No caso, um importante tema que é a "invenção das regras" e a conseqüente naturalização destas sem maiores questionamentos. Uma pergunta nos instigou: por que nos fazemos vítimas de nossos hábitos e costumes se fomos nós mesmos que os inventamos? LPC: O que tem que ter uma adaptação para ser boa? O que tem que mudar, o que precisa ser mantido? GT: Entendo que o que precisa fundamentalmente ser mantido é a fábula, mas o teatro é uma outra linguagem, precisa de imagens fisicalizadas e concretas que em terceira dimensão traduzam os "devaneios" propostos pela autora: que uma imagem leve à outra, e à outra de maneira cada vez mais profunda e que dialogue com a apreensão concreta que é o que a criança vivencia. No teatro infantil tem mais uma: o que você diz é o que existe, não existe o que você quer dizer, entende? A abstração, a metáfora é para a criança maior e para o adulto. LPC: Como uma adaptação desta pode ser um estímulo à leitura? GT: Uma porta de entrada para o prazer que é imaginar uma outra realidade e estabelecer uma relação com a nossa própria realidade. Como estamos inseridos em uma cultura visual, claro que o teatro torna-se um apelo contundente ao interesse da criança. Quando as crianças saem da peça, em muitos casos querem ler o livro, entender semelhanças e diferenças, então penso que aí o teatro cumpriu o seu papel: abrir um espaço para a criança conhecer diversas linguagens para se contar uma mesma história. LPC: Qual a importância de se levar com frequência crianças ao teatro? fale um pouco sobre as grandes adaptações de livros para crianças, como maria clara machado... GT: Penso que o teatro é a primeira invenção humana e a criança quando vai ao teatro percebe em três dimensões (em geral), e usando todos os sentidos, que ela faz teatro também. Só que a diferença está que ali, naquela peça, houve uma organização dos códigos de representação nos corpos daqueles que a fazem aqui e agora. O teatro é um fenômeno corpóreo e efêmero, uma "organização" estética. Isso irá contribuir sem dúvida para a educação estética da criança, para o sentido de síntese de experiências. Uma peça de teatro é a síntese de uma experiência espacial. Convido a todos a acompanharem seus filhos nessa aventura e conversar, refletir e ir encontrando cada vez mais experiências nos espaços teatrais.
Espetáculo Abaixo às Canelas Temporada: De 12 de abril a 01 de junho de 2008 Horário: Sábados e domingos às 17hs. Onde: TEATRO ÁGORA – Rua Rui Barbosa, 672, Bela Vista – São Paulo. Informações: (11) 3141.2772 / www.agorateatro. com.br Duração: 50 min. Lotação: 70 lugares Duração: 50 min. Censura: Livre, recomendado para crianças a partir de 4 anos. Ingressos: R$ 16,00 inteira / R$ 8,00 meia Estacionamento: Convênio com estacionamento da rua Ruí Barbosa ,714 (na mesma calçada do teatro). Preço R$ 3,00.
(Cristiane Rogerio) |
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